João Carlos Silva
Governança necessária
Para um país andar sempre adiante
Governança necessária
Para um país andar sempre adiante
Por João Carlos Silva
Assisto, sempre que posso, às palestras proferidas pelo ministro Augusto Nardes, do Tribunal de Contas da União (TCU). Ele é o pai da governança. Criou um modelo responsável para as contas públicas. Não ficou só nisso: avançou em outros temas com exatidão, firmeza e determinação.
Homem público respeitado pela biografia na vida pessoal e pública, Nardes propôs um país determinado e sem percalços. Com vários mandatos eletivos pelo Rio Grande do Sul, assentou-se no TCU com a mesma firmeza com que exerceu seus mandatos.
Pesquisas apontam vantagem de Flávio Bolsonaro sobre o presidente Lula no segundo turno. Se for vitorioso, terá em Augusto Nardes um nome de prestígio, que une muitos segmentos da vida nacional. Nardes discute governança e também o clima. Fala vários idiomas e emprega, em suas andanças pelo Brasil, determinantes capazes de transformar uma gestão em modelo referencial.
É a causa nobre das contas públicas sintonizadas com a correção. O país precisa disso: homens públicos comprometidos com a decência na trajetória de suas vidas. Nada de caramelo estragado ou vinho "batizado" na mesa. É olhar com vontade de mostrar ao Brasil o que é preciso fazer para o banimento dos erros que todos presenciam. Até quando iremos conviver com tantas coisas desagradáveis que atolam o Brasil na lama?
O próximo governo precisa ter ao seu lado a governança no topo da pauta. Professor no assunto, Nardes sabe dar direção à discussão. Flávio Bolsonaro terá de ter ao seu lado pessoas comprometidas com o futuro do país. Em tempo recorde, recupera o tempo perdido.
A voz das ruas espera por isso.
João Carlos Silva é articulista e consultor




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