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Barra Mansa,23/06/2026

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    O que é segurança da informação? Conheça os pilares fundamentais da área

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    O que é segurança da informação? Conheça os pilares fundamentais da área





    A segurança da informação é fundamental para empresas, governos ou pessoas pois oferece confidencialidade, integridade e disponibilidade dos dados, impedindo vazamentos, alterações ou roubo de informações por terceiros.





    Só nos Estados Unidos, o custo médio de uma violação de dados atingiu o recorde histórico de US$ 10,22 milhões em 2025 — segundo relatório divulgado pela IBM. Isso evidencia o quão importante é a segurança da informação para a sustentabilidade de uma empresa.





    A seguir, conheça os principais pilares da área, as ferramentas mais usadas e tire suas dúvidas.









    O que é segurança da informação?





    Segurança da informação protege dados de organizações ou indivíduos por meio de diretrizes, estratégias e políticas que garantem confidencialidade, integridade e disponibilidade — os três pilares da tríade CID. O conceito de InfoSec também abrange documentos físicos fora do ambiente digital.





    Qual é a importância da segurança da informação?





    A InfoSec assegura a continuidade dos negócios, preserva a reputação da marca e garante a privacidade de clientes.





    Estruturar essa proteção gera vantagem competitiva e reduz custos com incidentes cibernéticos. Segundo o relatório Cost of a Data Breach Report da IBM Security, uma única violação de dados custou, em média, R$ 7,19 milhões às organizações brasileiras em 2025.





    O relatório ainda aponta que, em todo o mundo, o custo médio de uma violação de dados para as empresas foi de US$ 4,44 milhões no mesmo ano.









    Quais são os pilares da segurança da informação?





    A segurança da informação segue uma estrutura chamada de Tríade CID: Confidencialidade, Integridade e Disponibilidade.






    • Confidencialidade: restringe o acesso a dados a usuários autorizados, utilizando criptografia e senhas;




    • Integridade: evita a alteração não autorizada ou acidental de dados;




    • Disponibilidade: assegura que as informações e os sistemas usados para o armazenamento e visualização desses dados estejam acessíveis sempre que necessário; garante a prevenção contra ataques DDoS, por exemplo.





    Além dos três pilares essenciais, outros dois princípios são frequentemente associados à InfoSec: Autenticidade e Não-Repúdio.





    O primeiro busca confirmar a autenticidade dos dados, sistemas ou usuários, para garantir que não há intrusos ou informações equivocadas que possam comprometer um negócio.





    Já o segundo garante que uma ação realizada por um usuário não possa ser negada. Isso assegura que o autor de um documento não possa alegar falsamente que não o criou ou enviou, por exemplo.





    Quais são as principais ferramentas e técnicas de InfoSec?





    Uma série de ferramentas, práticas e técnicas são usadas em InfoSec:






    • EDR/XDR (Endpoint/Extended Detection and Response): ferramenta de InfoSec que monitora o comportamento de dispositivos de uma empresa para encontrar ameaças escondidas que possam afetar a integridade dos dados;




    • IDS/IPS (Sistemas de Detecção e Prevenção de Intrusão): ferramenta que analisa o envio e recebimento de pacotes de dados para identificar atividades suspeitas; enquanto o IDS monitora o tráfego de uma rede, o IPS atua para bloquear possíveis ameaças;




    • SIEM (Security Information and Event Management): centraliza, correlaciona e analisa logs de múltiplos dispositivos de rede em tempo real para identificar ameaças;




    • SOAR (Security Orchestration, Automation, and Response): sistema que conecta todas as ferramentas de segurança coordenando ações automatizadas em resposta às ameaças encontradas. Todo esse sistema permite a resolução de problemas de segurança em segundos, mitigando os efeitos;




    • DLP (Data Loss Prevention): conjunto de estratégias voltado a garantir que dados confidenciais ou críticos de uma empresa não deixem a rede sem autorização, seja por espionagem ou ataque hacker;




    • IAM (Identity and Access Management): recurso em InfoSec que faz a gestão do acesso de dados por profissionais da empresa. Define quais permissões cada usuário do sistema terá acesso para controlar a privacidade dos dados;




    • Firewall: uso de firewall avançado que atua em conjunto com outras ferramentas na inspeção de pacotes. Com base em um conjunto de regras pré-definidas, decide se permite ou bloqueia a passagem de tráfego;




    • Criptografia: atua na execução dos três pilares fundamentais da segurança da informação, protegendo dados em trânsito, armazenados e em uso. É comum o uso de criptografia simétrica e assimétrica;




    • DevSecOps: significa Desenvolvimento, Segurança e Operação. É um método de trabalho que adiciona ferramentas de segurança em todas as etapas do desenvolvimento de uma solução, aumentando a segurança e reduzindo custos.









    Quais são os exemplos de ameaças à segurança da informação?





    As principais ameaças à segurança da informação são ataques realizados por outras pessoas a um sistema, visando o roubo de dados e credenciais de acesso:






    • Ransomware: sequestro de sistemas operacionais e servidores por meio de criptografia maliciosa, paralisando as atividades e exigindo resgate financeiro para a liberação do acesso;




    • Phishing: disseminação em massa de comunicações falsas para induzir usuários a revelarem senhas de acesso ou baixarem arquivos maliciosos;




    • Ataques à Cadeia de Suprimentos (Supply Chain): injeção de código malicioso em softwares, ferramentas ou componentes de fornecedores para comprometer os clientes finais daquela tecnologia;




    • Ataques DDoS (Distributed Denial-of Service): saturação de servidores, APIs ou links de internet por redes de dispositivos infectados (botnets), interrompendo a disponibilidade de serviços digitais;




    • Ameaças Internas (Insider Threats): vazamento de propriedade intelectual, roubo de dados ou sabotagem de infraestrutura causados por colaboradores ou ex-funcionários com acessos legítimos;




    • Ataques Zero-Day: invasões cibernéticas que exploram vulnerabilidades de software desconhecidas pelo fabricante, antes do desenvolvimento e distribuição de correções de segurança (patches);




    • Injeção de SQL (SQLi): manipulação de campos de entrada em aplicações web para injetar comandos que acessam, alteram ou destroem informações armazenadas no banco de dados;




    • Cross-Site Scripting (XSS): Iijeção de scripts maliciosos em páginas web legítimas para execução no navegador do usuário final, permitindo o roubo de cookies de sessão e credenciais ativos;




    • Credential Stuffing: tentativas automatizadas de login em massa utilizando listas de usuários e senhas vazadas em incidentes de terceiros, explorando a reutilização de credenciais por parte dos usuários;




    • Ataques Man-in-the-Middle (MitM): interceptação ilegal de dados entre duas partes, permitindo a leitura ou alteração do tráfego em conexões de rede não cifradas ou Wi-Fi públicas.





    Qual é a diferença entre segurança da informação e cibersegurança?





    A segurança da informação foca na proteção de todos os tipos de dados. Isso inclui desde documentos e registros em papel até arquivos armazenados em sistemas, mídias removíveis e dados transmitidos por redes, garantindo também que acessos não autorizados, alterações indevidas e perdas acidentais não aconteçam.





    Já a cibersegurança é um tipo de categoria dentro da segurança da informação, com foco em proteger redes, sistemas e dados contra ataques cibernéticos e riscos virtuais.


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