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Barra Mansa,19/10/2026

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    O Walkman está de volta: R$ 30 mil e acabamento em ouro

    tecnoblog.net
    O Walkman está de volta: R$ 30 mil e acabamento em ouro

    Novo Sony Walkman NW-WM1ZM3 custa R$ 30 mil e promete som de estúdio (imagem: divulgação/Sony)




    Resumo

    • O novo Sony Walkman foi anunciado em duas versões, NW-WM1ZM3 e NW-WM1AM3, com preços de cerca de R$ 30 mil e R$ 15 mil, respectivamente.

    • O dispositivo oferece reprodução de música em alta qualidade, com suporte a arquivos DSD, som de alta fidelidade e armazenamento de até 256 GB.

    • O Walkman tem bateria com até 35 horas de autonomia e sistema operacional Android 16, permitindo a reprodução de músicas via streaming e download de aplicativos.







    O Sony Walkman está de volta ao mercado, agora como um dispositivo premium voltado para audiófilos e profissionais da música. Com promessa de reprodução em alta qualidade e acabamento em ouro, o modelo foi anunciado por US$ 5,9 mil, cerca de R$ 30 mil em conversão direta. Há ainda uma versão intermediária à venda por US$ 2.999,99, aproximadamente R$ 15 mil.





    O aparelho traz suporte a arquivos DSD (Direct Stream Digital), som de alta fidelidade e armazenamento de 256 GB, além de leitor de cartões microSD. Já em termos de conectividade, estão disponíveis Wi-Fi e Bluetooth, além de duas entradas P2, de 3,5 mm, permitindo escutar músicas tanto em um único canal balanceado quanto em formato estéreo, com sons independentes nos dois lados do fone.





    Outro fator que contribui para a alta resolução de som é o uso de cobre “puro” no hardware, processado sem oxigênio. O produto conta ainda com tela de 5,5 polegadas e sistema operacional Android 16. Vale lembrar que a Sony saiu do Brasil em 2020, e o Walkman é um dos produtos que não deve chegar oficialmente por aqui.





    Produto premium para audiófilos











    O novo Walkman chega em duas versões na linha SIgnature Series: NW-WM1ZM3 e NW-WM1AM3. O diferencial fica por conta do design, com acabamento em ouro da opção mais robusta, a ZM3, além de maior espaço de armazenamento, com 256 GB contra 128 GB no modelo mais simples.





    As especificações são praticamente as mesmas: o uso de OFC (cobre livre de oxigênio, em português) na composição promete maior qualidade de som, enquanto os fios internos trazem assinatura Kimber Kable para redução de ruídos e alta fidelidade na reprodução. Segundo a Sony, usuários poderão aproveitar as músicas exatamente como produzidas pelos artistas, nos mínimos detalhes.





    Além do hardware, há soluções de software que reforçam a proposta premium do modelo. A fabricante garante tecnologia S-Master HX, suporte a arquivos DSD e otimização dos áudios reproduzidos, sejam eles processados localmente ou via Wi-Fi.





    Vale reforçar que músicas tocadas pelo Spotify ou outros aplicativos de streaming terão uma perda natural de qualidade. Para ter maior qualidade, alguns apps oferecem recursos lossless nas configurações que vão garantir detalhes que ficariam de fora no processamento em MP3. De qualquer forma, a melhor maneira de escutar música em um acessório como o novo Walkman é por meio de arquivos baixados.





    Bateria, conectividade e mais





    Novo Walkman também traz sistema Android 16 e conectividade Wi-Fi (imagem: divulgação/Sony)




    Por ser focado em reprodução de músicas, o Walkman promete uma boa autonomia de bateria. São até 35 horas de áudio a depender do tipo de arquivo. Formatos mais pesados, como FLAC ou DSD, devem significar menos tempo, mas sempre numa média de 30 horas de música. Além das variações entre as duas entradas físicas (balanceado ou estéreo), a autonomia também muda de acordo com o tipo de conexão (até 41 horas no Bluetooth) e o aplicativo utilizado, com maior tempo garantido pelo uso do W.Music App nativo da Sony.





    O sistema operacional do dispositivo é o Android 16, permitindo baixar apps, acessar internet e reproduzir músicas via streaming. Ainda assim, pela proposta de som mais robusto, o armazenamento máximo de 256 GB mal deve dar para os arquivos de áudio baixados localmente. É possível expandir a memória com cartão microSD.





    Considerando a proposta, o Walkman também pode fazer sentido para músicos e produtores que quiserem avaliar seus trabalhos com maior qualidade mesmo quando não estiverem em estúdio. A opção de mobilidade é interessante, já que outros dispositivos vão ter uma reprodução com compressão e perder detalhes importantes no processo de gravação, por exemplo.


    O Walkman está de volta: R$ 30 mil e acabamento em ouro




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