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Barra Mansa,13/07/2026

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    Paulo Moreira

    O que nos resta é "secar" a Argentina

    Uma coisa é certa: não haverá um novo campeão mundial nesta copa


    O que nos resta é

    O que nos resta é "secar" a Argentina 

    Uma coisa é certa: não haverá um novo campeão mundial nesta copa

    Por Paulo Moreira

    Com a eliminação da seleção da Suíça pela da Argentina, uma coisa ficou certa: não haverá um novo campeão do mundo em 2026. Todas as seleções que continuam na disputa já têm títulos. 

    A Inglaterra e Espanha têm um título cada: o English Team venceu em casa, em 1966; a Espanha ganhou em 2006, na África do Sul.

    Com dois títulos,  a França comemorou o primeiro em casa, em 1998, e o segundo, na Rússia, em 2018. 

    A Argentina tem três copas: a primeira foi ganha em 1978, em casa. A de 1986 foi no México e a de 2022, no Qatar.

    Secador a postos

    Por enquanto, o público brasileiro geral ainda está atordoado pelos gols de Haaland, e está "secando" a Argentina por dois bons motivos: o primeiro é que só os "hermanos" podem chegar a quatro títulos, igualando a Alemanha; a segunda é que se trata da Argentina, e vê-los perder é quase tão divertido quanto ver o Brasil ganhar.

    Tradição e superstições 

    Antipatias pelos platinos à parte, os brasileiros podem torcer por uma coisa: encontrar a Itália em 2030, na final. Isso porque a seleção brasileira nunca perdeu uma copa decidida contra a Itália. 

    Outra coisa que pode ser interessante é que o Brasil dispute o título de 2030 contra algum time que já seja campeão: dos cinco títulos dos canarinhos, três foram decididos contra seleções que já tinham copa: Itália, em 1970 e 1994, e Alemanha, em 2002.

    Anos de "seca"

    Quando ganhou a primeira Copa do Mundo, em 1958, o Brasil saiu de uma "fila" que durou 28 anos. A partir daí, ganhou mais quatro títulos até 2002. E parou por aí. 

    Só que em 2030 os canarinhos podem ganhar a primeira copa em 28 anos. Como em 1958.

    É certo que se trata apenas de estatísticas e superstições, mas não custa nada cruzar os dedos.

    Sinceramente, o colunista acha difícil que alguém ainda tenha uma cueca que usou em alguma decisão de Copa. Então, que as estatísticas nos ajudem.



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