Sistema Cantareira, em São Paulo, passa a operar na faixa de alerta


A decisão foi tomada pela Agência Nacional de Águas e Saneamento Básico (ANA) e pela Agência de Águas do Estado de São Paulo (SP Águas) após o sistema registrar volume útil de 39,87%, na terça-feira (30).
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Em razão disso, a Sabesp está autorizada a retirar do Cantareira até 27 metros cúbicos por segundo (m³/s). A empresa também pode utilizar a água transportada do reservatório da Usina Hidrelétrica Jaguari, na bacia do Rio Paraíba do Sul.
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Quando o volume útil da Cantareira está na faixa entre 30% e 40%, o sistema hídrico se enquadra na faixa operacional 3, que é a de alerta.
Durante esse período, pode ser aplicada a Gestão de Demanda Noturna (GND) de 10 horas, que é a diminuição da pressão na rede de abastecimento nos horários de menor consumo. A implementação dessas restrições depende de os índices permanecerem na mesma faixa por sete dias seguidos, o que não ocorreu até agora.
Em nota à imprensa, a gestão conjunta do Sistema Cantareira reforçou a importância da adoção das medidas.
“A ANA e a SP Águas reforçam a importância da adoção de medidas operacionais de gestão da demanda no contexto dos serviços de abastecimento de água tanto para a redução do consumo de água e de perdas quanto para o estímulo ao uso racional do recurso pela população”, explicam as empresas.
Além disso, as agências orientam que os usuários usem a água de maneira consciente visando a conservação das reservas do sistema.




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