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Barra Mansa,30/06/2026

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    Dívida Pública Sobe Acima do Esperado e Supera 81% do PIB

    Déficit primário chegou a R$ 56,1 bilhões em maio, enquanto a despesa com juros alcançou R$ R$ 107,5 bilhões, ampliando a pressão sobre as contas públicas


    Dívida Pública Sobe Acima do Esperado e Supera 81% do PIB

    Dívida Pública Sobe Acima do Esperado e Supera 81% do PIB

    Déficit primário chegou a R$ 56,1 bilhões em maio, enquanto a despesa com juros alcançou R$  R$ 107,5 bilhões, ampliando a pressão sobre as contas públicas

    Luana Zanobia - https://forbes.com.br

    A dívida bruta do governo geral alcançou 81,1% do Produto Interno Bruto (PIB), ante 80,2% em abril, superando a expectativa do mercado, que projetava 80…

    Os números divulgados nesta terça-feira pelo Banco Central mostram que o aumento do endividamento continua sendo impulsionado, principalmente, pelo el…

    O comportamento da dívida acompanha uma piora das contas públicas em maio. O setor público consolidado registrou déficit primário de R$ 56,1 bilhões, …

    Esse indicador, porém, mede apenas o resultado das receitas e despesas antes do pagamento dos juros da dívida. É justamente essa conta financeira que hoje exerce a maior pressão sobre as contas públicas.

    Em maio, os juros nominais somaram R$ 107,5 bilhões, acima dos R$ 92,1 bilhões registrados no mesmo período do ano passado. O Banco Central atribui essa alta ao crescimento do estoque da dívida, que amplia o valor dos encargos financeiros pagos pelo setor público. Nos últimos 12 meses, a despesa com juros alcançou R$ 1,11 trilhão, equivalente a 8,48% do PIB.

    Quando o pagamento de juros é incorporado ao resultado fiscal, o déficit cresce de forma expressiva. O déficit nominal, indicador que reúne o o resultado primário e as despesas financeiras, foi de R$ 163,7 bilhões em maio. No acumulado de 12 meses, atingiu R$ 1,26 trilhão, ou 9,62% do PIB.

    Os dados reforçam um dos principais desafios da política econômica brasileira. A melhora do resultado primário, embora importante, não é suficiente para estabilizar a trajetória da dívida. Enquanto os juros permanecerem elevados, o custo de financiar o passivo continuará pressionando as contas públicas e dificultando a redução do endividamento.

    Leia mais em: https://forbes.com.br/forbes-money/2026/06/divida-publica-brasil-maio-2026-81-pib-deficit-juros/?utm_source=NewsMoney&utm_medium=Social




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