Bruno Reis
Finais da NBA e Copa do Mundo de Futebol direcionam as atenções do mundo esportivo para os EUA
Há espaço e público para todo mundo.
Finais da NBA e Copa do Mundo de Futebol direcionam as atenções do mundo esportivo para os EUA
Por Bruno Reis
Nas últimas semanas, grande parte das atenções do mundo esportivo e dos apaixonados por algumas modalidades se voltou para os Estados Unidos. As finais da NBA, a liga de basquete mais badalada do mundo, e o início da Copa do Mundo de Futebol provocaram esse cenário.
Como todos sabem, os profissionais da terra do Tio Sam historicamente #daoaulas na realização, propagação e gestão de grandes eventos.
Para se ter uma breve noção, sites especializados apontam que os decisivos jogos da NBA entre San Antonio Spurs e New York Knicks, que conquistou o título da competição, bateram recordes de audiência, sendo os mais assistidos desde 1998 em duas grandes redes de televisão americanas, com média superior a 20 milhões de espectadores.
A Copa do Mundo de Futebol, que, além dos EUA, também tem como sedes países como Canadá e México, já começou com tudo em termos de projeção e alcance de mídia. Além disso, apresenta uma característica bastante curiosa.
Um relatório recente divulgado pela empresa de pesquisa de mercado, dados e consultoria Kantar estima que 5 bilhões de espectadores acompanhem, em todo o mundo, as transmissões da competição. No Brasil, 73% das pessoas que pretendem assistir ao Mundial indicaram que optarão por acompanhar as partidas pelos canais de TV aberta, 39% pela TV por assinatura, 31% pelos serviços de streaming, 23% pelas redes sociais e outros 4% pelo rádio.
O relatório ratifica que essa expressiva liderança da TV aberta é justificada pelo maior alcance geográfico, pela tradição de assistir aos jogos por meio desses veículos e, claro, pelo fato de possibilitar uma maior socialização entre as pessoas.
Mesmo ocupando posições inferiores entre as opções de acompanhamento das transmissões, os canais de streaming e as redes sociais têm seu protagonismo, levando em consideração a maior possibilidade de interatividade e o acesso a dados específicos, como enquetes e estatísticas detalhadas.
Já as emissoras de rádio seguem mantendo sua popularidade, principalmente nas regiões mais remotas do país.
Ou seja, há espaço e público para todo mundo.
Tudo isso proporciona uma possibilidade real e altamente expressiva de retorno comercial aos veículos que dedicam espaços em suas grades para transmitir, criar conteúdos ou divulgar informações sobre a Copa. Mas esse é um assunto para outra conversa.
Um forte abraço e nos #komunicamosembreve.




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